a
inquietação
o espinho
espiritual
que transcende
a realidade
a dor
que nunca
se
cansa
de
doer
colheita farta de palavras
-e alma exposta-
dor
do
ofício
de compreender
o mundo e as coisas
-da vida e da morte-
(15.06.1994,Bauru-SP)

, compreender as coisas, expressar em a poesia. e isto é dia a dia...
ResponderExcluir, abraços meus.