quinta-feira, 16 de junho de 2011

metapoética do cosmo

a
inquietação
o espinho
espiritual
que transcende
a realidade

a dor
que nunca
se
cansa
de
doer
colheita farta de palavras
-e alma exposta-

dor
do
ofício
de compreender
o mundo e as coisas
-da vida e da morte-

(15.06.1994,Bauru-SP)

Um comentário:

  1. , compreender as coisas, expressar em a poesia. e isto é dia a dia...
    , abraços meus.

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