odor de flamboyant
nos ares e
seus braços esguios
sobre o outuno
que cai em intenso rubro
dos olhos
que perambulam jardins
e consomem
o silêncio das pessoas
nos seus mundos
o amargo das folhas
ao vento - feito nau - à deriva
- um sopro, uma direção -
sombra que abraça o
pensamento do musgo
que se agarra às
quatro estações
e vive esquecido de viver
odor de flamboyant
nos ares
e o outono se despedaça
em mim feito
- caco de vidro -
lembrando leminski.
(Minas Gerais, abril de 1990)
, cacos e vidros e leminski e estações... o flaboyant é pura poesia. e tantas histórias...
ResponderExcluir, agradecido pela visita em quimeras. volte quando desejar.
, abraços meus!
valeu P.Pan pelo incentivo! volte sempre! abraço.
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